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A Arte em Preto e Branco - Jayme Cortez

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A ARTE EM PRETO & BRANCOAS TÉCNICAS DO MESTRE JAYME CORTEZJayme Cortez foi o artista que mais diversificou no uso de técnicas, as quais ele apurou ao limite máximo, no decorrer de sua vida. Cortez acumulou obras que, felizmente, permaneceram zelosamente protegidas por sua família, até surgir um abnegado organizador na pessoa de Fabio Moraes que vem realizando, desde então, um trabalho de curadoria admirável, com exposições e palestras, dedicando-se a manter viva a memória do mestre. Nenhum artista foi mais fecundo quanto Cortez e raríssimos puderam igualá-lo! A obra que está sendo editada comprova a genialidade de Cortez nas várias técnicas que ele dominou e que Fabio Moraes diz como ele as aplicou Fãs de longa data e estudantes de arte vão se encantar com este livro assinado por um dos mestres mais reverenciados da arte desenhada nacional.* * * A ARTE EM PRETO & BRANCO AS TÉCNICAS DO MESTRE JAYME CORTEZ Editora CriativoAutor: Jayme CortezOrganizador: Fabio MoraesFormato: 17 x 24 cm, lombada quadrada 96 páginas SOBRE O AUTORJayme Cortez Martins nasceu em Lisboa, em 8 de setembro de 1926. Autodidata, aprendeu a desenhar estudando os suplementos dominicais de jornais norte-americanos. Precoce, publicou seu primeiro desenho com 9 anos de idade. Em 1944, começou a trabalhar, ainda como aprendiz, no célebre semanário de quadrinhos O Mosquito. Pode-se dizer que o mestre de Cortez foi o venerado quadrinhista português E.T. Coelho, e logo ele estava publicando suas próprias HQs autorais. Cortez imigrou para o Brasil, chegando em São Paulo em março de 1947. Começou a trabalhar no jornal O Dia, fazendo charges políticas. O primeiro quadrinho que fez na nova pátria foi uma adaptação do romance de José de Alencar, O Guarani, em tiras diárias. Depois, passou para A Gazeta Juvenil, em 1949. Dois anos depois, inaugurou uma fase muito festejada por seus admiradores, a de capista das revistas de terror e aventuras da Editora La Selva. Em junho de 1951, entrou para a história pela iniciativa de realizar a 1ª Exposição Mundial de HQ, junto com Miguel Penteado, Syllas Roberg e Álvaro de Moya. Na sequência, como diretor de arte e editor da La Selva, lançou dezenas de títulos de revistas de HQ, de todos os gêneros, abrindo o mercado para autores nacionais, desenhistas e redatores, além de continuar a criar as suas maravilhosas capas. Entre meados dos anos 1960 e 1970 trabalhou em agência de publicidade; ainda nos anos 70 tornou-se diretor de criação de merchandise e cinema de animação de Maurício de Sousa Produções. No decorrer de sua vida foi um assíduo ilustrador de cartazes e pôsteres, realizou-os às dezenas, incluindo peças para clássicos do cinema nacional e internacional. Jayme Cortez morreu em 5 de julho de 1987, na mesma cidade de São Paulo que conquistou com seu imenso talento.

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